Vejo teu rosto no reflexo do espelho,
Olha pra mim como se eu fosse tua,
Sinto teus braços em volta da cintura,
A sua boca sobre as costas nuas.
Detenho em vão,a tua mão caminha,
Percorre zonas já mais que descobertas,
Adentra meu corpo e me desatina,
Sou tua presa, de novo em alerta.
Vem, anda por mim, rouba gemidos
De mim, agudos, desconcertados,
Já não controlo as suas idas e vindas,
Entrego meu corpo ao seu, abandonado.
:: Comentar